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Sobre gestão

Sobre gestão

Gestão é administrar os recursos disponíveis com o objetivo de produzir resultados positivos para todos os colaboradores da companhia. Cada vez mais esses recursos estão mais escassos. Por quê?

Um dos motivos é que o Brasil bate recorde sobre recorde em arrecadação tributária. Em 2011 a soma foi de R$ 969,9 bilhões e representa um crescimento de 10% em relação ao ano de 2010.

Em uma simples água mineral, 40% do seu preço é composto de tributo. Fonte: Isto É 2204, 08/02/2012.

Os tributos ‘comem’ 40% do salário do brasileiro.

Os 63 tributos cobrados pelos governos federal, estaduais e municipais respondem, em média, por 40% dos gastos mensais do trabalhador. Mas os tributos pesam ainda mais no bolso das classes média e baixa. Uma família com renda de R$ 4 mil, por exemplo, desembolsa R$ 1.823,05 por mês (ou 45% do salário) em tributos, calcula o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).

De toda a riqueza produzida no país (PIB) cerca de 40% a 45% são impostos que vão para os cofres do governo. Carga tributária de Primeiro Mundo, mas serviços públicos de 5ª categoria. Não há contrapartida. O Brasil está à frente de países como Reino Unido, Canadá, Estados Unidos e Japão, por exemplo.

Carga Tributária Confiscatória: “Que saudades da “Derrama”! Tiradentes, ou melhor, os seus pedaços se revolvem no túmulo de tanta indignação”

Esperar do Estado por redução da Carga Tributária é inútil.

No âmbito empresarial, para administrar uma empresa no Brasil, seja ela pequena, média ou grande, não basta o empresário ter um foco apenas no lucro, pois muitas vezes não chega a obtê-lo. É necessário também ter um bom PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO.
Atualmente, tirando os 63 tributos que o contribuinte tem que pagar aos entes federativos, dentre taxas, tarifas e contribuições, há 93 obrigações acessórias que devem ser cumpridas para efetivar os esses pagamentos.
Os principais tributos pagos pelas empresas são:

NA ESFERA FEDERAL
COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) – incide sobre o faturamento mensal da empresa. Tem alíquota de 3% para as empresas tributadas com base no lucro presumido, alíquota de 7,6% para aquelas tributadas com base no lucro real e 4% para as instituições financeiras e assemelhadas.

CSLL (Contribuição sobre Lucro Líquido) – para as pessoas jurídicas optantes pelo lucro presumido, a base de cálculo corresponderá a 12% ou 32% da receita bruta da venda de bens e serviços. Para as pessoas jurídicas optantes pelo lucro real e o lucro contábil, a alíquota é de 9%.

IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) – incide sobre proventos de qualquer natureza. Pode ter como base de cálculo o Lucro Real, no qual a base de cálculo é o lucro contábil ou o lucro presumido. O IRPJ tem a base de cálculo correspondente a um percentual aplicável sobre a receita bruta.

IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) – incide sobre a saída de produtos de fabricação própria pelo estabelecimento produtor, importador e/ou equiparado a industrial. A alíquota varia de acordo com o produto industrializado.

INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social) – incide sobre a folha de pagamentos. A alíquota da empresa fica entre 20% ou 15%, depende de cada situação.

P.I.S. (Programa de Integração Social) – incide sobre o faturamento mensal. Alíquota de 0,65% para as empresas tributadas com base no lucro presumido e 1,65% para as empresas tributadas com base no lucro real. As entidades sem fins lucrativos contribuem com 1% sobre a folha de pagamento.

NA ESFERA ESTADUAL
ICMS (Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços) – incide sobre operações relativas à circulação de mercadorias e dos serviços de transporte intermunicipal, interestadual e de telecomunicações. A alíquota geral é de 18%. No Regime Simplificado, a incidência é sobre a receita bruta e a alíquota é de até 2.456,50 UFIR.

Em uma das lições das Finanças Corporativas, constata-se que um dos grandes responsáveis pelas dificuldades de muitas empresas é a falta de caixa. É importante notar que, nem sempre o lucro vira caixa (o lucro pode estar retido nos recebíveis, nos estoques, no imobilizado). Para isso, usaremos o DRE (Demonstrativo de Resultado da Empresa) que propiciará uma visão clara e estarrecedora dos estragos que a CARGA ELELEVADA DE TRIBUTOS pode fazer com a empresa e, por conseguinte, com seus colaboradores. Uma verdadeira bomba atômica lançada sobre eles.

Abaixo dados obtidos através do IMPOSTÔMETRO brasileiro, trabalhando em tempo real.

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