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O que interessa p/ o empresário e o contador

O que interessa p/ o empresário e o contador

Veja a quantidade de tributos a serem recolhidos antes de obter lucro (obviamente contando com um cenário ideal de adimplência e economia equilibrada):

DRE R$ Base de Cálculo
(+) Receita (Faturamento)
(-) PIS e COFINS
(-) ICMS e IPI
(=) Receita Líquida
(-) Custo Variável
(-) Custo Médio Venda
(=) Lucro Bruto
(-) Custo Fixo
(-) Desp. Operacionais
(=) Lucro Operacional – Ebitda
(-) Depreciação
(=) LAJIR
(-) Despesas de Juros ___% de R$_________
(=) LAIR LL / (1-Taxa do IR)
(-) IR de ……. %
(=) Lucro Líquido (LL) ___% de R$_________

Faturamento não é lucro. Faturamento são todas as receitas que entram no caixa da empresa. Saldo de Caixa positivo não significa LUCRO, pois antes de apura-lo, a empresa tem que pagar o PIS e COFINS, (estes têm como base de cálculo o Faturamento).

Dependendo do seu ramo de atividade, a empresa tem que recolher ICMS e IPI.

Examinando-se a planilha do DRE, só, após pagos os tributos acima mencionados, chega-se à Receita Líquida. Receita e não lucro. Tem-se um Saldo de Caixa positivo e não LUCRO.

Após, da Receita Líquida, o empresário tem que pagar os Custos Variáveis onde estão inseridos os salários dos trabalhadores que realizam a atividade operacional (ou seja, o objeto da empresa), a produção, os custos de energia, matéria prima (fornecedores).

Subtraído o Custo Variável, subtrai-se também o Custo Médio de Venda.

Após todas essas subtrações, chega-se ao Lucro Bruto. Deste valor deve ser subtraído o Custo Fixo que são as despesas com o material administrativo e salários dos empregados que trabalham na administração da empresa.

A empresa também deve contabilizar os custos de operação do seu negócio – Despesas Operacionais.

Só após subtrair as Despesas Operacionais é que, contabilmente, chega-se ao Lucro Operacional (Ebitda).

Mas, do Lucro Operacional, dependendo do caso, deve ser subtraído a Depreciação das máquinas que realizam a produção. Se não for subtraído este valor e reservado para a renovação do parque fabril, a empresa se tornará obsoleta e menos competitiva.

Após contabilizado a Depreciação, chega-se ao LAJIR (Lucro antes dos Juros Bancários e do Imposto de Renda).

Após subtraído os Juros, chega-se ao LAIR (Lucro antes do Imposto de Renda).

Somente depois de contabilizados todas essas contas a empresa verificará se houve LUCRO LÍQUIDO.

A CARGA TRIBUTÁRIA de nosso país é tão nefasta e acintosa que ela DESEQUILIBRA totalmente a empresa, pondo em risco acentuado a sua existência, podendo ocasionar, o que se chama em Finanças Corporativas, overtrade, ou seja, altos riscos de insolvência em razão da insuficiência de recurso para financiar o seu giro (Strutz, Prof. Alexandre da Costa. Finanças Corporativas. FGV Management, 2010).

Ainda, nas lições das Disciplinas Finanças Corporativas e Orçamento Empresarial, o que quebra a empresa é a falta de caixa.

É preciso observar, como já dito acima, que o lucro nem sempre vira caixa, pois na maioria das vezes, ele se encontra retido nos recebíveis (clientes que pagarão à prazo), nos estoques e no imobilizado.

Por exemplo: se uma empresa vem “destruindo caixa”, período após período, a solução que o seu gestor deve adotar, ao constatar que o caixa é insuficiente para manter o seu giro, para que a empresa não quebre, é reduzir estoques, liquidar bancos (parando de pagar juros), vender imobilizado.

Mas nem sempre isso é possível, pois ela deve continuar atendendo seus clientes. Tem que ter um estoque mínimo. Dependendo da situação, se já não há caixa, como liquidar a dívida bancária?

Resposta: NOSSO PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO QUE PODE REDUZIR A CARGA TRIBUTÁRIA ELEVADA EM ATÉ 45%, SANEAR E EQUACIONAR PASSIVOS.

Tem mais:

A CONFISCATÓRIA CARGA TRIBUTÁRIA IMPEDE A EMPRESA DE OBTER EQUILÍBRIO FINANCEIRO

A despudorada e acintosa carga tributária impede, por vezes, a empresa de atingir os diversos Pontos de Equilíbrio, necessários para continuidade do negócio. Vejamos:

O PEO (Ponto de Equilíbrio Operacional) é o volume de vendas que a empresa tem que ter para arcar com todos os custos operacionais (custos de produção). Observando o DRE, o PEO é atingido quando o Lucro Operacional Líquido (Ebtida) é igual a zero.

O PEC (Ponto de Equilíbrio Contábil) é o volume de vendas que a empresa tem que ter para arcar com todos os custos operacionais/de produção, mais os custos de Depreciação (desgaste do equipamento utilizado no processo produtivo). Observando o DRE, o PEC é atingido após subtraído os custos com a Depreciação, o LAJIR (Lucro antes dos Juros e do Imposto de Renda) é igual a zero.

O PEE (Ponto de Equilíbrio Econômico) é o volume de vendas que a empresa tem que ter para arcar com os custos operacionais/de produção, mais os custos com o desgaste do equipamento do processo produtivo, mais os custo do capital necessário para produzir, depois de subtraído o valor do Imposto de Renda. Observando o DRE, o PEE é atingido quando o Fluxo de Caixa Livre é igual a zero. Não houve lucro, mas também não deve.

A carga tributária desmedida impede o equilíbrio básico de qualquer operação/produção de qualquer empresa.

DRE R$ Base de Cálculo
(+) Receita (Faturamento)
(-) PIS e COFINS
(-) ICMS e IPI
(=) Receita Líquida
(-) Custo Variável
(-) Custo Médio Venda
(=) Lucro Bruto
(-) Custo Fixo
(-) Desp. Operacionais
(=) Lucro Operacional – Ebitda PEO = 0
(-) Depreciação
(=) LAJIR PEC = 0
(-) Despesas de Juros ___% de R$_________
(=) LAIR LL / (1-Taxa do IR)
(-) IR de ……. %
(=) Lucro Líquido (LL) ___% de R$_________
(+) Depreciação
(=) Fluxo de Caixa Livre(FCL) PEE = 0

Esse cenário gera PROBLEMAS:
• PROBLEMAS EM PAGAR O REFIS E OU QUALQUER OUTRO PARCELAMENTO
• PROBLEMAS FISCAIS
• DÉBITOS DE ICMS
• AUSÊNCIA DE TALÃO DE NOTAS FISCAIS (REGIME ESPECIAL)
• PROBLEMAS COM BANCOS
• PROBLEMAS COM AUTUAÇÕES (AUTOS DE INFRAÇÃO) MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL
• PROBLEMAS COM GESTÃO DE SEU PATRIMÔNIO, POIS O COLOCA EM RISCO

HÁ UMA FORMA CONSTITUCIONAL E LEGAL PARA PAGAR MENOS TRIBUTO.

Imagine que, aplicando essa forma constitucional, pudesse ter uma redução no valor dos tributos de até 50%.

Quais seriam os benefícios diretos e indiretos em sua empresa com uma redução nesse percentual?

Nós temos credenciais para auxiliá-lo na confecção de um PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO com o objetivo de reduzir a carga de tributos e os problemas gerados por ela. Possuímos um cabedal de informações técnico-legais que podem auxiliá-lo em sua decisão.

Oferecemos Consultoria e Assessoria Empresarial com objetivo de construir um cenário estratégico POSITIVO e VENCEDOR, ofertando SOLUÇÕES para os casos acima elencados, dentre outros, propiciando ECONOMIA e VANTAGEM MERCADOLÓGICA, e PRESERVAÇÃO da RIQUEZA já conquistada.

Esse PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO é capaz de criar DIFERENCIAL COMPETITIVO e SEGURANÇA para sua empresa com possíveis aplicações em: oferecimento em penhora; garantia de execuções fiscais; aporte de capital; busca de substituição de garantias; Estratégia Constitucional para reduzir TRIBUTOS em até 50%.
Não fique na defensiva. Ataque.

ELEMENTOS DE UM PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICO

USO DO VOLUME DE DÍVIDAS GOVERNAMENTAIS (ATIVOS) PARA ENCONTRO DE CONTAS:
• Direitos Creditórios Federais e Precatórios Estaduais e Municipais:
Compensação de tributos Federais (Direitos Creditórios);
Uso de Precatórios do Estado de São Paulo ou outro Estado para compensar ICMS; uso de Precatórios do Município de São Paulo para compensar IPTU e ISS.
• Debêntures da Vale do Rio Doce.

Defesa, por meio de uma equipe altamente qualificada e multidisciplinar, contra algumas arbitrariedades:
• penhora “on line”;
• penhora indiscriminada de bens;
• recusa da Receita Federal do Brasil em receber petições do contribuinte;
• desrespeito ao devido processo legal administrativo;
• desrespeito à ampla defesa;
• impedimento acintoso ao segundo grau de instância administrativa;
• negativas de suspensão da exigibilidade do crédito tributário mesmo estando o contribuinte amparado pela Constituição Federal, Código Tributário Nacional e legislações infra-constitucionais;
• negativa de certidões de regularidade fiscal.

Abaixo dados obtidos através do IMPOSTÔMETRO brasileiro, trabalhando em tempo real.

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